Reconhecida tardiamente, a depressão infantil só passou a ser reconhecida como uma patologia nos anos 60. Até então, pensavam que os pré-adolescentes eram incapazes de passar por esse tipo de situação e os quadros depressivos que surgiam eram considerados uma crise da idade. Hoje em dia sabemos que isto não é verdade e que a depressão pode existir em todas as faixas etárias.

transtorno

Na pré-adolescência pode surgir a verbalização de sentimentos depressivos (culpa, desesperança, negativismo), embora a irritabilidade seja mais frequente que o humor depressivo. Podem também ocorrer o isolamento social, dificuldades escolares com diminuição da concentração e sintomas somáticos, como dores de cabeça. Muitas vezes, o quadro clínico pode assumir características de uma perturbação do comportamento – incapacidade para lidar com a frustração, agressividade, impulsividade.

Já na adolescência podem surgir preocupações com o próprio corpo, nomeadamente com os caracteres sexuais secundários, o acne ou o peso. As alterações do sono e do apetite podem tornar-se mais preponderantes, assim como os sentimentos de desesperança, a anedonia e a ideação suicida. É nesta idade que a avaliação do risco de suicídio se torna absolutamente premente, pois as tentativas de suicídio, neste grupo etário, podem assumir contornos de grande letalidade.

Cerca de 2/3 das crianças ou adolescentes com perturbações depressivas melhoram significativamente, mesmo que a recuperação completa se prolongue por meses ou até anos, isso tudo graças ao acompanhamento psicológico.

 

Viviane Regino – Psicóloga

São Paulo

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