Sentir medo é normal e todos nós temos, não adianta negar. Porém, uma situação em que é preciso ter atenção é quando nos pegamos com medo de sentirmos medo. O problema começa quando o medo começa a não nos deixar seguir em frente, fazer o que deve ser feito. Veja alguns exemplos:

  • Medo de falar em público
  • Medo de alturas
  • Medo da água
  • Medo de lugares fechados
  • Medo que algo aconteça ao meu filho/a
  • Medo de viajar
  • Medo do escuro

O medo pode vir de algum trauma de infância, como também pode vir surgindo devagarinho através do que nos dizem e da forma como o vivemos. O que acontece é que muitos destes medos não correspondem inteiramente à realidade. O nosso cérebro tende a codificar esta informação como perigosa, logo como algo de que nos devemos afastar. Nesta situação assistimos a duas formas de processamento da informação mais habituais:

Generalizar: Um único medo começa a ser estendido a situações semelhantes, mesmo que estas nunca se tenham revelado perigosas.

Catastrofizar: Isto acontece quando o nosso cérebro aumenta o perigo real, criando um possível desfecho para a situação, que habitualmente é muito negativo e catastrófico.

Porém, independente da forma como seu cérebro processa a informação, é preciso ficar atento e analisar friamente a situação para perceber quando o seu medo é exacerbado e te trava. Assim, é preciso enfrentar nosso medos e tomar a rédeas de nossa vida!

 Viviane Regino – Psicóloga

São Paulo

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